Scooter Dafra Citycom S 300i ganha freios ABS e preço vai a R$ 20.990

Opção sem freios ABS continua à venda por R$ 18.990.

Por G1
https://g1.globo.com/carros/motos/noticia/scooter-dafra-citycom-s-300i-ganha-freios-abs-e-preco-vai-a-r-20990.ghtml

A Dafra já está vendendo em suas concessionárias a nova versão 2019 do Citycom 300i com freios ABS.

Apresentado no Salão Duas Rodas 2017, junto com a Next 300, o modelo com o dispositivo de frenagem custa R$ 20.990, enquanto a opção tradicional com freios apenas combinados sai por R$ 18.990.

Sem outras grandes alterações, o scooter segue com motor de 1 cilindro e 278,33 cc que é capaz de render 27,8 cavalos de potência e 2,8 kgfm de torque – seu câmbio é do tipo automático CVT.

Dafra Citycom S 300i ABS (Foto: Dafra/Divulgação)

Com peso de 182 kg e tanque de 10 litros, o modelo movido a gasolina tem rodas de 16 polegadas. O Citycom também conta com espaço para levar objetos debaixo do assento e tomada de 12V.

Dafra Cityom S 300i (Foto: Dafra/Divulgação)

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KTM 390 Adventure pode chegar em 2019 KTM 390 ADVENTURE PODE CHEGAR EM 2019

Fonte: http://www.motonline.com.br/noticia/ktm-390-adventure-pode-chegar-em-2019/

Essa é a história de mais um daqueles modelos que a gente fica ‘namorando’ e acompanhando novidades até se tornar realidade e poder vir (ou não) às nossas garagens. No ano passado, a KTM afirmou que estava trabalhando no desenvolvimento da KTM 390 Adventure e, nesta semana, a Bajaj (companhia indiana parceira na criação de motos de baixa cilindrada da marca austríaca) divulgou uma nota informando que pretende lançar o modelo já em 2019 – a comçer pelo mercado asiático.

Aos poucos, a KTM 390 Adventure parece um pouco mais real. Agora, Bajaj (indiana parceira da KTM) informou que pretende lançar o modelo já em 2019. A foto é do ano passado, quando surgiram as primeiras imagens do protótipo (crédito: MCN)

 

A KTM 390 Adventure vai completar a família, que já possui a naked 390 Duke e a esportiva 390 RC – infelizmente, não disponibilizada no Brasil. Segundo a Bajaj, o novo modelo será inspirado na moto que representa a KTM no Rally Dakar (competição dominada pela marca laranja há quase 20 anos) e, naturalmente, dividirá a mesma plataforma das ‘irmãs’.

motor que irá equipar a 390 Adventure é o mesmo monocilíndrico DOHC de 373,2 cm³ que gera 44 cv (a 9.000 rpm) 3.9 kgf.m (7.000 rpm) na nova geração da 390 Duke. Certamente, o propulsor será ajustado à proposta aventureira da nova moto, devendo atingir números ainda melhores de torque em baixas e médias rotações. Além disso, deve herdar outros elementos da naked, como o chassi em treliça, câmbio de 6 marchas, suspensões WP, injeção eletrônica Bosch, iluminação em LED e grande painel TFT de instrumentos. Nas imagens do protótipo em testes, é possível notar a adoção de rodas raiadas de 19 polegadas na dianteira e 17 atrás, características de uma boa trail.

Lançamento da KTM 390 Adventure no Brasil

Questionada, a KTM do Brasil foi sucinta e direta. “O projeto e produção do modelo KTM 390 ADVENTURE não foram confirmados pela área de Pesquisa e Desenvolvimento da matriz da KTM. Então, por enquanto, não temos como afirmar nada aqui no Brasil”, afirmou a empresa. Como a Bajaj relata que o lançamento iniciará pela Ásia, é preciso aguardar os próximos Salões (como de Colônia Intermot, em outubro, ou o de Milão, em novembro) para concretizar prazos e produtos.

A Adventure herdará o motor (e vários outros itens) da irmã Duke. Na naked, propulsor gera 44 cv e 3.9 kgf.m de torque a 7.000 rpm – números que devem atender bem à proposta trail

Se a KTM 390 Adventure vier, chegará aqui conhecendo bem suas principais concorrentes. A Kawasaki Versys-X 300 e a BMW G 310 GS já estão à venda no País e inauguraram o segmento das ‘300 cc trail premium’ por aqui, mesmo nicho onde a KTM se encaixará. Em mercados do exterior, como na Índia, há também algumas outras opções no segmento, como a Royal Enfield Himalayan ou Suzuki V-Strom 250… mas aí já é assunto para outro texto. Se a 390 Adventure vir mesmo (e por um preço competitivo) já está bom demais.

 

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Ducati inicia as vendas da Monster 797 no Brasil

Modelo é comercializado com motor capaz de alcançar até 75 cavalos e também é refrigerado a ar de 2 cilindros. Unidade pode ser adquirida por R$ 39.900

Fonte: https://diariodepernambuco.vrum.com.br/app/noticia/noticias/2018/06/20/interna_noticias,52250/ducati-inicia-as-vendas-da-monster-797-no-brasil.shtml

 

A Ducati anunciou recentemente que já começou a vender nas lojas da montadora no Brasil a nova Monster 797. O modelo, já apresentado no ano passado durante o Salão Duas Rodas, chega às concessionárias autorizadas custando R$ 39.900.

O modelo não é nada mais nada menos que a sucessora da 796 (modelo que já saiu de linha para ser substituida pela 797), e vem de cara com um motor refrigerado a ar, oferecendo facilmente 75 cavalos de potência a 8.250 rpm e 69 Nm de torque a 5.750 rpm. Esse resultado pode ser dado também graças aos dois cilindros e 803 cc também oferecidos.

A moto possui painel de instrumentos totalmente repaginado, além de faróis laterais e luz traseira com ABS. E ainda sim o comprador pode escolher entre as cores branco e vermelho.

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VIP: Testamos: motor forte e boas de curva, novas Harley são ferozes

A Harley nasceu para rodar nas longas retas das freeways americanas — mas a linha 2018 chegou para mudar essa história

Por Fernando Cavalcanti, de Barcelona

Quando a Harley-Davidson escolheu a pequena cidade de Seva, escondida nas encostas dos Pirineus catalães, para lançar as novas Softails, não foi por acaso.

Nas sinuosas estradas que cruzam essas montanhas, as curvas se sucedem ad infinitum e quase não há retas com mais de 200 metros.

Seria um lugar inusitado para uma marca que por mais de 100 anos escolheu como seu habitat natural as longas retas das freeways americanas, certo? Errado. Foi uma escolha muito bem pensada.

A marca estava decretando ali, com um grito alto e forte, o fim do mito de que as Harley não fazem curva.

Foi um movimento ousado para apresentar mudanças tão profundas quanto polêmicas. Em 2018 saem de cena as icônicas Dynas, as preferidas por nove entre cada dez membros do motoclube na série Sons of Anarchy, e os modelos Street Bob, Fat Bob e Low Rider agora farão parte da linha Softail.

Essas motos, por sua vez, mudaram consideravelmente: ganharam um quadro completamente novo, mais rígido e leve, uma suspensão traseira monoamortecida inclinada com ajuste de pré-carga, tomada USB, conjuntos ópticos de LED, além, claro, de um novo visual.

As mudanças tentam, e em boa parte conseguem, harmonizar uma necessidade natural em evoluir com o DNA clássico Harley-Davidson.

Todas as novas Softails são agora impulsionadas pelo motor Milwaukee-Eight nas versões 1745 cc e 1868 cc, dependendo do modelo.

O motor, com balanceiro duplo, é fixado diretamente ao quadro e contribui para o aumento da rigidez estrutural.

Mesmo sem os coxins de borracha, os modelos novos vibram menos que os antigos. São oito novas Softails: as três que vêm da linha Dyna mais a Fat Boy, a Heritage Classic, a Deluxe, a Breakout e a Softail Slim. A Low Rider, uma das três herdeiras da família Dyna, não vem para o Brasil.

(Harley-Davidson/Divulgação)

Apesar de terem desagradado a um sem número de puristas, principalmente aos fãs declarados das falecidas Dyna, as motos ficaram muito mais gostosas de tocar e sem sombra de dúvida muito melhores de curva.

 

Na Catalunha

Para apresentar tantas novidades a Harley convidou jornalistas especializados do mundo todo para passar dias ziguezagueando com quatro dos novos modelos pelas montanhas catalãs.

Nossa rotina nessa viagem consistia em acordar, comer toneladas de jamón serrano no café da manhã, assistir a um pequeno briefing e depois pegar a estrada para fazer curvas e mais curvas, subindo e descendo encostas num caminho sinuoso por entre arbustos verdes e formações de rochas amarelas e vermelhas, até o sol se por.

De noite, beber litros de cerveja gelada e trocar impressões com os colegas sobre as novas motos. Nada mal, devo dizer.

Tínhamos a nossa disposição a Street Bob, a Fat Bob, a Heritage Classic e a Breakout. Logo de cara saí com a Fat Bob.

Tanque da Fat Bob (Pinterest/Reprodução)

Confortável de tocar e bastante estável, ela passou muita segurança mesmo com o chão molhado.

O motor tem torque de sobra para as saídas de curva e o pneu gordo e sulcado adere bem ao asfalto. Foi um belo começo para me familiarizar tanto com a nova moto quanto com as estradas locais.

Entre todas as novas Softails, a Fat Bob é a que mais impressiona. O novo design deixou a moto ainda mais agressiva do que já era.

Ficou também mais leve, ganhou suspensão invertida na dianteira, escapamento 2-1-2, um conjunto óptico completamente novo e um suporte de placa independente do para-lama.

A moto, que já era boa, ficou ainda melhor. Ela estará disponível no Brasil com ambas as motorizações.

Em grande parte, rodamos com o asfalto molhado por causa das chuvas constantes, o que no começo inspirou bastante cuidado.

Mas curva após curva fomos ganhando confiança e nos deixando levar até que a longa linha de motos que se seguia pela estreita estrada começou a se mover em quase perfeita harmonia, buscando as tangentes das curvas como um único animal vivo. Era um espetáculo bonito de se ver.

Se o céu não estava claro, o clima na região também não era calmo. A Catalunha estava prestes a votar num plebiscito, proclamado ilegal pelo governo central em Madri, se continuaria ou não a fazer parte da Espanha.

Por todas as partes, na beira da estrada ou nas varandas das casas nas vilas que encontramos pelo caminho, havia a bandeira da Catalunha e cartazes convocando a população a votar pela independência.

Outra coisa que não faltou no nosso caminho foram ciclistas. Eram centenas deles, que sozinhos ou em pelotões compartilhavam o espaço com carros e motos, mostrando que ainda temos muito a aprender no quesito convivência no trânsito.

A grande surpresa para mim foi a Street Bob, que ficou uma delícia. Dócil e precisa, seu conjunto é muito bem acertado.

Fazer curvas com ela é um prazer, apesar das pedaleiras recuadas rasparem no asfalto todo o tempo.

Redesenhada por Dais Nagao e disponível apenas com o motor de 1745 cc, nela nada sobra.

Seu estilo minimalista com certeza fará dela a nova queridinha dos customizadores. O painel agora é um pequeno detalhe digital incorporado ao suporte do guidão minisseca- sovaco.

Painel Digital da Street Bob (Harley-Davidson/Divulgação)

De tão discreto parece que não existe. É a que tem o menor preço entre os novos modelos.

Mais sóbria, a Heritage Classic emagreceu 17 quilos, perdeu quase todos os cromados e a faixa branca no pneu.

Em compensação, ganhou muita agilidade e desempenho. Para os que estavam familiarizados com o modelo antigo, parece até outra moto. Suas bolsas laterais agora têm chaves. Estará disponível apenas com o motor 1745 cc.

Se logo no começo saí vibrando com a Fat Bob, na hora da chuva eu estava justamente com a Breakout, que é sem dúvida uma das motos mais bonitas que a Harley já produziu, mas que tem uma ciclística quase que inversamente proporcional à sua aparência.

Para meu espanto, no entanto, ela agora também faz curvas e, ainda que debaixo d’água, me pareceu bastante segura naquela sinuosidade toda.

Bonita, sem dúvida, mas a ciclística ainda não é a ideal (Harley-Davidson/Divulgação)

 

A grande ausente no teste foi, claro, a Fat Boy, carro-chefe da marca. Presente somente em exposição, ela é bem mais bonita ao vivo do que aparenta ser nas fotos, principalmente pelo para-lamas traseiro remodeladão que deixa seu grosso pneu mais exposto.

Toda essa renovação foi um grande sopro de vida na Harley e ao que tudo indica não deve parar por aí, já que a marca prometeu apresentar 100 novos modelos nos próximos 10 anos.

Quem disse que em time que está ganhando não se mexe?

 

Testadas e aprovadas

Os quatro modelos que rodaram em Barcelona

BREAKOUT®

(Harley-Davidson/)

1868 cc | R$ 75,4 mil

 

FAT BOB®

(Harley-Davidson/Divulgação)

 

1745 cc e 1868 cc | A partir de R$ 58,9 m

 

STREET BOB®

(Harley-Davidson/Divulgação)

 

1745 cc | R$ 54,9 mil

 

HERITAGE CLASSIC®

(Harley-Davidson/Divulgação)

1745 cc | R$ 72,9 mil

Fonte: https://vip.abril.com.br/carros-motos/testamos-motor-forte-e-boas-de-curva-novas-harley-sao-ferozes/

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Conheça a Harley-Davidson blue edition, a moto mais cara do mundo

Nova versão feita em parceria com a relojoaria suíça Bucherer se tornou a mais cara do planeta ao incorporar ouro e diamantes em sua estrutura

Por Da Redação
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Conheça a Harley-Davidson blue edition, a moto mais cara do mundo

As famosas motos da Harley-Davidson agora não são só líderes do ranking pelo design inconfundível e pela potência.

O novo modelo azulado Blue Edition recentemente lançado, além de impecável, custa cerca de R$ 6,3 milhões (em dólares, U$ 1,7 mi).

A versão brilhante foi inspirada no modelo Softail Slim S e revestida com nada menos do que seis camadas do material azul-metálico.

Os detalhes também impressionam (e explicam por que custa uma fortuna): é possível ver uma série de parafusos banhados a ouro e diamantes cravados ao longo do corpo da motocicleta.

Como se não fosse suficiente, ao comprar o modelo você ainda leva de brinde um relógio da marca e algumas jóias, que podem ficar escondidos em cofres embutidos no tanque.

Luzes de LED, resistentes ao calor, são implementadas na parte metálica, dando uma característica especial: é a primeira moto do mundo com iluminação interna (no motor).

Para chegar à Blue Editon, a empresa americana desenvolveu um trabalho de mais de 2500 horas, também justificando o preço altíssimo.

Com design feito em parceria com a Bucherer, uma relojoaria de luxo, a edição azulada da Harley conta com um anel giratório Dizzler da coleção Bucherer Fine Jewelry.

Outra peça de joalheria pode ser encontrada em um cofre retrátil, abaixo de uma cúpula de vidro blindado, localizada no corpo.

Um anel solitário de seis pontas com um diamante de 5,40 quilates, também é encontrado no modelo irretocável.

Acho que o valor faz um pouco de sentido agora, não?

 

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Propulsores a jato: a invenção da Bosch que vai evitar acidentes com motos

Sistema feito com bolsas de ar de alta pressão pretende realinhar o piloto e evitar instabilidade em curvas muito fechadas

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Fonte: https://vip.abril.com.br/carros-motos/propulsores-a-jato-a-invencao-da-bosch-que-vai-evitar-acidentes-com-motos/

De travas sofisticadas a freios antitravamento, os acessórios das motos têm evoluído (e muito) nos últimos tempos.

Mas será possível evitar a queda da moto mesmo em altíssima velocidade?

A multinacional Bosch acredita que sim. A empresa acredita que propulsores a jato são capazes de estabilizar as máquinas em curvas fechadas.

Posicionados na parte lateral da lataria, os jatos de ar de alta pressão são acionados à medida que o piloto fica curvado.

Assim que a moto “percebe” um choque abrupto ou uma flutuação, os propulsores ativam um gás de combustão no intuito de impulsionar a motocicleta na direcção oposta à do sentido da derrapagem.

Esse salto tecnológico do motociclismo pode sim ser visto como um grande passo.

Isso porque os protótipos são baseados em sistemas já usados ​​para manobrar espaçonaves.

A desvantagem está na complexidade de produção das motos com esse sitema.

Por isso, o produto apesar de funcional ainda está em fase de desenvolvimento, já que a ideia é colocar o composto em larga escala.

A Bosch planeja introduzir e testar mais do recurso na Ducati Multistrada e na KTM 1290 Super Duke. Contudo, ela não informou se os modelos irão ao mercado com a tecnologia. Como fã de velocidade, torcemos para que, sim.

Novas Triumph Tiger 800 e 1200 chegam modernizadas e mais potentes

Mais eletrônica, posição de pilotagem mais relaxada, novo painel… As novas Tiger são a prova de quem em time que está ganhando dá para mexer e melhorar

Triumph ganhou a imortalidade com a clássica Bonneville, a moto de Steve McQueen.

Mas é a linha Tiger, já consagrada dentro do segmento big trail, que representa hoje praticamente metade de todas as vendas da fabricante britânica no Brasil.

Imagine a responsabilidade dos engenheiros em aprimorar este modelo que desembarca por aqui em seis novas versões, que começam em R$ 43 190 e podem chegar aos R$ 55 890.

Segundo a marca, no total foram 200 alterações que visam melhorar o comportamento da moto, principalmente com relação a motor, sistema de resfriamento e engrenagens mais precisas no câmbio.

O painel de instrumentos recebeu um belo upgrade e agora exibe as informações em uma tela colorida de 5 polegadas (lembra um tablet), com possibilidade de três diferentes configurações.

(Triumph/Divulgação)

A nova iluminação em led (farol, lanterna e piscas) inclui sinalização diurna. O escapamento ganhou um ronco mais esportivo, graças à mudança do fluxo de ar. Atrás do guidão, agora mais ergonômico, é possível ajustar a posição do para-brisa e a altura do assento.

Mesmo sem alterar o desempenho, a nova relação deixou o felino mais dócil: a primeira marcha está mais curta, o que garante maior controle de tração no off-road. Engana-se quem imagina que a emoção ao acelerar ficou reduzida. Mesmo na aceleração mais gradativa, a resposta está mais eficiente.

Para os mais experientes, um novo modo de pilotagem, o off-road pro, permite desligar os sistemas eletrônicos de auxílio e deixa o controle totalmente na mão do piloto.

Se você não atingiu esse nível (ou acha que não vale a pena arriscar), fique tranquilo, pois o aumento de tecnologia tornou a Tiger mais segura, com novos freios ABS, controle de tração e acelerador eletrônico. Além disso, a versão top de linha ainda oferece alguns “mimos”: piloto automático, banco e manoplas com aquecimento.

A Tiger não é uma moto totalmente nova, e isso não é ruim. Ciclística e estabilidade continuam sendo os pontos fortes. Em ano de Copa, a Triumph mexe em time que está ganhando — e com sucesso.

Quer mais aventura?

(Triumph/Divulgação)

Em junho a Triumph também lança a nova Explorer. Agora ela carrega a cilindrada no sobrenome e passa a ser chamada de Tiger 1200. Por aqui, está disponível em três versões a partir de R$ 60 090.

Está 10 quilos mais leve, com mais resposta, agilidade e facilidade de manobras.

O intervalo de manutenção ainda impressiona: são 16 mil quilômetros entre as revisões, quase três vezes o percurso de Recife a Buenos Aires sem precisar encostar a máquina.

Nada mal para quem gosta de viajar sobre duas rodas.

 

Ficha técnica

 

#TIGER 1200

■ Potência — 139 cavalos

■ Peso seco — 248 quilos

■ Altura do assento — 835-855 mm

■ Preço: de R$ 60 090 a R$ 84 490

 

#TIGER 800

■ Potência — 95 cavalos

■ Peso seco — 199 quilos

■ Altura do assento — 810-830 mm

■ Preço: de R$ 43 190 a R$ 55 890

 

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Nova moto elétrica roda 400 km com apenas uma carga

Feita por estudantes suíços, a motocicleta tem design moderno e conta com sistema que gera energia por meio da frenagem

Desenvolvida e construída por um time de 16 alunos de uma Universidade suíça, a moto da Ethec é um modelo elétrico que pode andar 400km quilômetro com a carga cheia.

A bateria na parte lateral do veículo, que fica bem aparente de forma proposital, possui um total de 1260 células que permitem potência e durabilidade.

Entre a distribuição de “forças”, 67 cavalos na roda traseira e 30 na dianteira.

O sistema de frenagem é pensado para o tipo de abastecimento do motor já que, durante a redução da velocidade, a máquina recupera energia.

(Montagem/VIP/Reprodução)

Com tecnologia de íon-lítio e 15 kWh no motor, a motocicleta pode (e deve) ser aprimorada, já que é encarada como uma solução tanto pela baixa demanda de “combustível”, quando pelo sistema recarregável via frenagem.

Obviamente não podemos passar reto pelo design da fera. O destaque fica com o desenho clean e a carroceria escura/fosca.

O tom homogêneo faz ela parecer ainda mais estilosa.

 

Com o fim da proibição, mulheres aprendem a andar de moto na Arábia Saudita

Lei que dá o direito de dirigir veículos a mulheres começa a valer em 24 de junho.

Por Reuters

“Graças a Deus, a lei que nos permite sentar ao volante foi emitida. Claro que estivemos esperando por esse momento por muito tempo e não podíamos imaginar que ele chegaria. Foi nossa chance”, explica Dua’a Al-Omar, que está praticando treinamento de pilotagem em motocicletas.

As primeiras habilitações para as mulheres foram emitidas durante este mês na Arábia Saudita e isso pode impulsionar o mercado de veículos do país. A expectativa é que cerca de 9 milhões de mulheres possam se tornar novas motoristas ou motociclistas.

A saudita Doaa Bassem se prepara para aula de pilotagem de motos em Al Khobar, na Arábia Saudita (Foto: Hamad I Mohammed/Reuters)

Salman decretou o fim do veto a mulheres na direção, que foi mantido por décadas pelos governos muçulmanos mais conservadores.

No entanto, o príncipe Mohammed bin Salman, de 32 anos, é o verdadeiro rosto da revolução social no país e mostra que os jovens estão conseguindo exercer alguma influência.

Para Abdulgader, o dia 24 de junho será marcado por comemoração. “Quero ir à casa da minha mãe e levá-la para um passeio. É o meu plano. Só eu e minha mãe, ninguém mais”, diz.

Fonte: G1
Link: https://g1.globo.com/olha-que-legal/noticia/com-o-fim-da-proibicao-mulheres-aprendem-a-andar-de-moto-na-arabia-saudita.ghtml

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